27/3/09
SEGUNDO O RELATÓRIO RECENTE DA UNIFEM  pouquissimas mulheres têm a chance de tornar-se lideres em empresas e instituições. O resultado da pesquisa não é nada animador pois sabe-se que as mulheres investem muito em educação e formação e ganham em média 40 por cento a menos que seus colegas homens. Lideres mulheres em empresas estimulariam a adoção de polÃticas favoráveis as mulheres trabalhadoras ( como: extensão do perÃodo da licença maternidade, criação de creches e flexibilidade de horários)e estimulariam a igualdade salarial.Sabe-se que metade das famÃlias brasileiras são chefiadas por mulherese que a ausencia de lideres nas empresas reflete um descompasso do mundo corporativo em relação ao mundo real.
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8/3/09
Hoje é celebrado o Dia Internacional da Mulher, data criada na lembrança de um incendio onde operárias de uma confecção pereceram…Apesar de muitos iludidos celebrarem a ¨emancipação feminina¨ as mulheres ainda lutam por questões que são direitos como : saude , educação e emprego. Mulheres qualificadas ainda ganham qurenta por cento a menos que seus colegas homens, e as poucas que galgam o¨ topo¨, não conseguem modificar estruturas de trabalho criadas por e para homens.
O mais triste é observar que a cultura apenas considera existencia da mulher em função de um outro.Este outro seja o marido, amante, filho, pai, neto…Muitas mulheres contribuem reforçar este equivoco. Casamento, maternidade, relacionamentos são escolhas, não garantem felicidade, maturidade e muito menos respeitabilidade.
As mulheres existem pelo simples fato de estarem aqui, tem valor pelo que são, por seus sonhos e projetos de vida, não importam quais sejam!
E preciso mudar as cabeças para que a realidade das mulheres ¨exista¨ a cada segundo!
5/3/09
Quem se lembra das mães da Plaza de Mayo , de Buenos Ayres, da Argentina, dos filhos dos anos cinzentos da ditadura?
Em dezembro tive a oportunidade de visitar este local tão cheio de significado onde  essas mulheres se reunem ainda ( muitas ja se foram!).
O ¨ponto de encontro¨ tornou-se uma universidade aberta e um espaço para discussão de temas publicos…Estas mulheres que perderam seus familiares de maneira violenta e ilegÃtima para o estado argentino não se conformam com as ¨explicações¨do desaparecimento de seus entes queridos. Elas transformaram seu sofrimento em luta para a melhorar as condições de vida dos desfavorecidos.
No momento há uma intensa mobilização para construção de moradias populares…
A memoria é um exercÃcio diário, só esquece quem desiste…
de uma olhada :www.madres.org
http://imagemfalada.blogspot.com/2006/11/o-lamento-das-madres-de-plaza-de-mayo.html

4/3/09
até quando vai o limite das mulheres, até quando e quanto aguentam aceitar tanto desrespeito por suas necessidades? O dia internacional da mulher se aproxima e com ele poucas ¨conquistas¨ , se é o que se pode dizer …As mulheres privilegiadas que ainda tem acesso a Educação podem sonhar com algo lá na frente e as mulheres desfavorecidas, alguém se preocupa? Algum governo ou organização interessa-se por suas reais necessidades? Até que ponto as mulheres são realmente emancipadas, até que ponto são tão ¨independentes¨que não se sensibilizam com suas semelhantes em situações tão dificeis? Será que a fraternidade entre mulheres não poderia iniciar um novo tipo de sociedade? baseada na empatia e na troca? sera que mulheres tão educadas e instruidas não poderiam financiar projetos para erradicar a o analfabetismo e a pobreza de outras mulheres?  