9/2/10
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A fundadora das Missionárias da Caridade fala sobre o serviço que a sua congregação presta aos “mais pobres dos pobres”. São mais de 4 mil religiosas, em 119 países.
A santidade em carne e osso, que já fez brotar de novo o sorriso, a esperança e a ternura nos olhos de milhões de empobrecidos, sofredores de rua, órfãos, aidéticos, ex-prisioneiros?
Santa, sim, mas um tanto ingênua, que se deixa facilmente seduzir por um sorriso, um cumprimento, uma esmola de algum rico empresário ou fazendeiro? Madre Teresa de Calcutá é uma figura controvertida. Radicais hinduístas prefeririam tê-la longe, o mais possível, das ruas de Calcutá. Para eles, essa religiosa católica de origem albanesa, rosto enrugado pelos 86 anos de vida, corpo frágil e saúde precária, não passa de alguém interessado, pura e simplesmente, em fazer proselitismo religioso. Cristãos engajados nos mais diferentes tipos de luta pela transformação social sentem-se pouco à vontade com o testemunho dela. Não criticam nela o amor sem medidas pelos últimos, os marginalizados, os excluídos. Reclamam da falta de uma consciência que saiba enxergar as estruturas injustas que produzem e mantêm a pobreza e a miséria, na Índia e no mundo inteiro. É cobrar demais. Madre Teresa parece distante dessa discussão. “Não se pode fazer tudo”, responde. E diz que reza todo dia pelas pessoas que se ocupam com essas questões maiores. Diz isso, com a mesma simplicidade de quem sorri ao afirmar que fez um trato com Deus: uma alma a menos no Purgatório, para cada fotografia que dela tiram. Prêmios e títulos de reconhecimento não lhe faltam, nem mesmo o Nobel da Paz, que ganhou em 1979. Há dois meses, recebeu do presidente Bill Clinton o título de Cidadã de Honra dos Estados Unidos da América. Uma homenagem só concedida antes a quatro pessoas, dentre elas Winston Churchill, estadista inglês (1874-1965), um dos mais importantes chefes de Estado do século 20. Instrumentalização, em vista das eleições dos Estados Unidos? Outra vez, parece que seria exigir demais de Madre Teresa que se colocasse o problema. “É cansativo e duro”, ela reconhece na entrevista. Diz que utiliza tudo o que se lhe apresenta “para a glória de Deus e o serviço aos mais pobres”. Porque “é preciso que alguém pague esse preço”. A congregação que fundou - as Missionárias da Caridade - é um sucesso absoluto. O segredo? As jovens apreciam, sobretudo, a vida de oração: “Rezamos quatro horas por dia”. E também “conhecem e vêem o que fazemos pelos pobres”. É tão simples… Sem Fronteiras - Quantas são atualmente as Missionárias da Caridade? Madre Teresa - Temos 3.604 Irmãs professas e 411 noviças, em seis noviciados: Calcutá, Filipinas, Tanzânia, Polônia, Roma e Estados Unidos. As postulantes são 260. No total, somos 4.275 Missionárias da Caridade, distribuídas em 119 países. As nossas Irmãs pertencem a 79 nacionalidades. Contamos com 560 tabernáculos, ou casas. Por que “tabernáculos”? - Porque Jesus está presente nessas casas. São casas de Jesus. A nossa congregação quer contribuir para que as pessoas sejam saciadas da sua sede de Jesus. Fazemos isso, tentando resgatar e santificar os mais pobres dos pobres. Como as outras congregações, fazemos os votos de castidade, pobreza e obediência. Recebemos a autorização especial de fazer um quarto voto: o de nos colocarmos a serviço dos mais pobres dos pobres. Como a senhora vê o tema do celibato? - O celibato não é para quem se sente chamado ao matrimônio. O sacramento do matrimônio é maravilhoso. Desde o momento em que um homem e uma mulher se amam verdadeiramente e rezam juntos, Deus transmite a eles o seu amor. A vida familiar merece muita atenção, é um dom de Deus. Não obstante, nós religiosas renunciamos a esse dom. Consagramos a nossa vida a Deus na castidade e no amor, sem divisão. Nada nem ninguém nos poderá separar desse amor, como diz São Paulo. A senhora costuma dizer que não há amor sem sofrimento… - Sim, o verdadeiro amor faz sofrer. Cada vida, e cada vida familiar, deve ser vivida honestamente. Isso supõe muitos sacrifícios e muito amor. Porém, ao mesmo tempo, esses sofrimentos vêm sempre acompanhados de muita paz. Quando a paz reina em um lar, ali se encontram também a alegria, a unidade e o amor. Como se pode levar uma vida familiar normal sem paz e sem unidade? Nesse sentido, a oração de São Francisco é muito atual. Não vivemos nas mesmas circunstâncias, mas o que Francisco pedia responde perfeitamente às necessidades da nossa época. Em Calcutá, rezamos essa oração todos os dias, depois da comunhão. Penso em todos os homens e mulheres que necessitam de amor: “Senhor, fazei-nos dignos de ser instrumentos da verdadeira paz, que é a vossa paz”. A sua congregação abriu casas para pessoas com Aids em várias partes do mundo… - Sim, entre outros lugares, nos Estados Unidos, na Itália, no Zaire e, evidentemente, na Índia. Até pouco tempo atrás, não era raro que pessoas se suicidassem quando ficavam sabendo que tinham o vírus da Aids. Hoje, nenhum enfermo acolhido em nossas casas morre no desespero e na amargura. Todos, inclusive os não-católicos, morrem na paz do Senhor. Isso não é maravilhoso? As regras da sua congregação falam do trabalho em favor dos “mais pobres dos pobres, tanto no plano espiritual quanto no plano material”. O que a senhora entende por “pobreza espiritual”? Alguns dizem que se ocupa apenas com gente que vive na rua… - Os pobres espirituais são os que ainda não descobriram Jesus Cristo, ou que estão separados dele por causa do pecado. Os que vivem na rua também precisam ser ajudados nesse sentido. Por outro lado, fico muito contente de ver que, em nosso trabalho, podemos contar também com a ajuda de gente acomodada, a quem oferecemos a oportunidade de fazer algo de bom para Deus. É desse modo que conseguimos abrir um centro onde acolhemos e assistimos a jovens que saem da prisão. Essa gente nos oferece material e dinheiro. Nesses dias chegou uma carta dos Estados Unidos. Pela letra dava para ver que era de uma criança. Ela me dizia: “Madre Teresa, eu gosto muito de você”. O envelope continha um cheque de 3 dólares. Para essa criança, tratava-se de um grande sacrifício. Vocês também recebem ajuda de gente de outras religiões? - Sim, de muçulmanos, hinduístas, budistas e outros. Alguns meses atrás, um grupo de budistas japoneses veio conversar comigo sobre espiritualidade. Eu disse a eles que jejuamos todas as primeiras sextas-feiras do mês e que o dinheiro economizado vai para os pobres. Quanto regressaram ao seu país, os monges pediram às famílias e comunidades budistas que fizessem o mesmo. O dinheiro que recolheram nos permitiu construir o primeiro andar do nosso centro “Shanti Dan” (”Dom de Paz”) para as “jailgirls” (meninas da prisão). Cento e dez dessas meninas já saíram da prisão. São jovens, quase sempre adolescentes. Muitas delas são deficientes psíquicas. Saem das favelas e, de repente, se vêem metidas na prostituição. A maior parte, assim que renuncia a esse tipo de vida, é denunciada à polícia pelos proxenetas. Acaba na prisão, onde vive em condições desumanas. Madre Teresa, alguns a criticam, dizendo que só tem um objetivo: converter os não-cristãos… - Ninguém pode forçar ou impor a conversão, que só acontece por graça de Deus. A melhor conversão é a que consiste em ajudar as pessoas a se amarem umas às outras. Nós, que somos pecadores, formos criados para ser filhos de Deus, e temos que nos ajudar a chegarmos o mais perto possível dele. Todos somos chamados a amá-lo. A senhora diz que as suas Irmãs não são assistentes sociais. Por quê? - Somos contemplativas no coração do mundo, porque “rezamos” o nosso trabalho. Realizamos um trabalho social, certamente, mas somos mulheres consagradas a Deus no mundo de hoje. Entregamos a nossa vida a Jesus, com uma renúncia total e a serviço dos pobres, tal como Jesus nos deu a sua vida na eucaristia. O trabalho que fazemos é importante, mas não é tanto a pessoa que o faz que é importante. Fazemos esse trabalho por Jesus Cristo, porque o amamos. É tão simples. Não temos condições de fazer tudo. Eu sempre rezo muito por todos aqueles que se preocupam com as necessidades e misérias dos povos. Muitas personalidades e gente rica se associaram à nossa ação. Pessoalmente, não possuímos nada. Não ganhamos dinheiro. Vivemos da caridade e para a caridade. E da Providência… - Isso mesmo. Normalmente, sempre temos que enfrentar necessidades imprevistas. Em nossa casa “Sishu Bevan”, temos mais de duzentos bebês que necessitam de um tipo especial de leite. Um dia, as minhas Irmãs vieram me procurar para dizer: “Madre, tem que fazer alguma coisa, porque não vemos nenhuma saída”. No mesmo dia, um hindu rico veio me ver e me disse: “Madre Teresa, esta manhã, uma voz me disse que eu tinha que fazer alguma coisa pelos pobres”, e me deu o que necessitávamos. Deus é infinitamente bom. Ele sempre se preocupa conosco. Por que tantas jovens entram para a sua congregação? - Eu creio que elas apreciam, sobretudo, a nossa vida de oração. Rezamos quatro horas por dia. Elas também conhecem e vêem o que fazemos pelos pobres. Não se trata de trabalhos importantes e impressionantes. O que fazemos é muito discreto, mas nós o fazemos pelos mais pequenos. A senhora é uma pessoa muito popular. Nunca se cansa de tanta gente, fotografias…? - Considero isso um sacrifício, e também uma bênção para a sociedade. Eu e Deus fizemos um contrato: para cada foto que tiram de mim, Ele liberta uma alma do Purgatório… (risos)… Eu creio que, nesse ritmo, em breve, o Purgatório estará vazio… Viajar pelo mundo cercada de tanta publicidade é cansativo e duro. Porém, eu utilizo tudo o que se me apresenta para a glória de Deus e o serviço aos mais pobres. É preciso que alguém pague esse preço. Que mensagem gostaria ainda de nos deixar? - Amem-se uns aos outros, como Jesus ama a cada um de vocês. Não tenho nada que acrescentar à mensagem que Jesus nos transmitiu. Para poder amar, é preciso ter um coração puro e é preciso rezar. O fruto da oração é o aprofundamento da fé. O fruto da fé é o amor. E o fruto do amor é o serviço ao próximo. Isso nos conduz à paz. - “
Há tempos não escrevo neste blog , não por falta de assunto mas por um vendaval de atividades …A revolta faz com que eu retome por poucas linhas o objetivo desta página: a discussão sobre a mulher na mídia .O assunto que ainda nos escandaliza refere-se a jovem Geyse qeu foi humilhada e ameaçada de agressão por trajar um vestido curto na escola onde estudava , uma autodenominada universidade. Muitas ideias nos apavoram: a falta do direito de ir e vir com a roupa que se quer; a violencia numa instituição de ensino superior praticada por diversos homens contra uma mulher; a humilhação e exposição pública da vítima e na manha de hoje a punicção final: a explusão da jovem .
Impossivel não me revoltar e ainda mais não me escandalizar. O brasil dá vergonha pelo machismo, pela falta de cultura e de democracia ! Doi saber que uma jovem que trabalha num supermercado de dia e estuda a noite e , com certeza, custeia os priprios estudos com sacrifícios tenha que ser humihada desta maneira. O mais triste porém é a hipocrisia da instituição de ensino que expulsou a jovem de seu quadro discente.O objetivo desta instituição que nem sequer vale a pena menscionar é o lucro , não querem a ¨mancha¨da atitude vergonhosa de seus estudantes, que sequer sofreram punição por transgredirem a lei. Espero que a jovem Geyse de a volta por cima e que processea instituição que poucos dias atrás era a sua faculdade e que e ganhe tudo o que investiu de tempo, dinheiro sonhos e exectativas num curso superior. O Brasil mereçe melhores escolas e Geyses esforçadas .
Até que enfim alguma cabeça pensante e sensivel consegue realizar algo de positivo para as mulheres.
Transcrevi trechos da reposragem de Cintia Ribeiro…vale a pena conferir
¨As mães de família de Guarulhos, município situado na região metropolitana de São Paulo e segunda maior cidade do Estado, serão beneficiadas em projetos habitacionais realizados pelo governo local. Por meio da Lei n° 6.536, a prefeitura passará a entregar título de posse de imóveis à mulher, com o intuito de evitar que elas fiquem desamparadas em caso de separação do casal. A iniciativa poderá beneficiar cerca de 69 mil mulheres cadastradas como chefes de família nos programas da Secretaria de Habitação do município.
“A determinação vale para todos os programas existentes, desde urbanizações de favelas até processos de regularização de assentamentos ou outros que venham a ser implantados pela prefeitura na cidade”, explica o vereador Zé Luiz Ferreira Guimarães (PT), líder do governo na Câmara Municipal de Guarulhos e autor da lei. Ainda segundo ele, não apenas os contratos ficarão no nome da mulher, mas também os boletos de pagamentos, escrituras e todos os documentos relacionados à posse e propriedade do imóvel.
“Na maioria das vezes, em caso de separação, a mulher e os filhos ficam totalmente desamparados. Se o imóvel está no nome do homem, ele vende ou traz a nova companheira para morar com ele”, explica o vereador.
O público masculino lidera nos financiamentos, com 63,97% das contratações e elas respondem por 36,03% dos contratos assinados.
Ainda segundo o banco, que tem 1,9 milhão de contratos habitacionais ativos, as mulheres são responsáveis por 34% do total da carteira (737.539 contratos). Quarenta e cinco por cento delas possuem renda mensal de até três salários mínimos, o que corresponde a 17% do total da carteira. As mais jovens (até 40 anos), respondem por 65% do total.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 11,6 milhões de lares brasileiros são chefiados por mulheres, sendo mais de cinco milhões delas residentes na Região Sudeste. O rendimento mensal médio das responsáveis pelos domicílios, é de R$ 591,00 e 56,9% dos lares chefiados por mulheres que ganham até dois salários mínimos mensais possuem crianças de até seis anos de idade.
Desde 2006, a cidade de Guarulhos conta com a Coordenadoria da Mulher, que tem como papel fundamental articular ações da prefeitura para promoção de políticas de igualdade de gênero em conjunto com as secretarias, coordenadorias e demais órgãos da administração municipal. Guarulhos também tem uma rede de ‘Casas da Mulher’, unidades de atendimento à mulher em situação de vulnerabilidade social, que enfatizam a orientação sobre os direitos sociais das mulheres. ¨
Nao consgio assitir muita televisão. as manchetes dos telejornais e sobretudo a ficção exibida nas tvs abertas adoram dizer que somos ignorantes e alienados. Os meio de comunicação de massa perdem minutos , horas com temas irrelevantes,. Há pouco interesse em ter meios de comunicação com propostas educativas de qualidade e narrativas ficcionais de conteudo. Os cliches estão em toda parte.
O filme ¨mataram irma Dorothy¨ de Daniel Junge ,sobre o assasinato da religiosa defensora dos povos da Amazonia talvez nunca seja exibido numa tv aberta. O documantário dói demais pois fala de pessoas que lutam para existir com dignidade na floresta que é o seu lar. O filme fala na luta desta mulher e de sua comunidade constantemente ameaçadas por grupos inescrupulosos de grileiros que destroem a mata por um punhado de trocados..São gente que não se preocupa com os que virão depois!
Gostaria de ver mais filmes com esta preocupação e sensibilidade
Aproveito este espaço para protestar contra o fechamento da casa de parto do Realengo no Rio de Janeiro. Mesmo sendo solteira sem filhos reconheço o direito legitimo das cidadãs de obterem a melhor assistencia no parto e puerpério. Os estudos brasieliros mostram que os hospitais e maternidades convencionais nem sempre são a melhor alternativa que as mulheres dispoem para ter um parto seguro e livre de intervenções desnecessárias. A Organização Mundial de Saude e especialistas de renome mundial reconhecem que as casas de parto são espaços de acolhimento e que contam com profissionais preparados para acolher a parturiente, o recem nascido e a familia.
O fechamento da casa de parto é ao meu ver um ato cruel contra as mulheres que optam por este tipo de atendimento mais humanizado do nascer.Todos sabemos que há grande interesse economico em se fechar locais de acesso público , irrestrito e gratuito como este que oferece um bom atendimento em saúde a população que tem este direito!
acesse a reportagem
http://www.partodoprincipio.com.br/conteudo.php?src=casadeparto&ext=php
A universidade é sempre um campo e palco de discussoes que muitas vezes são impossíveis nos meios de comunicação de massa. O estimulo a pesquisa e troca de experiencias é fundamental para que a sociedade repense as questões de genero…pagu_cartaz-transitos-trans1
o cinema assim como outras artes apresenta visões de mundo , diferentes recortes da realidade
o que as mulheres tem a dizer neste veículo ? há um ¨cinema de mulher¨? sim…
acompanhe o curta de Agnes Varda … Afinal¨é preciso reinventar a mulher, e preciso reinventar o amor¨
Sei que insisto demais no assunto, mas a mídia também insiste e nas ruas está a prova…as mulheres estão iguais demais.Sou inimiga da chapinha, das mechas, das sobrancelhas feitas e da roupinha básica….Uso meu jeans com meu cachecol feito a mão e tenho roupas de mais de duas decadas que uso sem frescura: são bonitas e tem história , guardam boas lembranças Entendo até que o¨ mercado¨ exige, que as empresas querem mulheres-profissionais- convencionais ,mas a paisagem cansa. o panorama é feio e cinza, não se ve cor, brilho e invenção.
Democracia também é liberdade de expressão e não a atmosfera de guerra que se ve por aqui, todas as mulheres-soldado vestindo-se e agindo igual…Haja dinheiro e tempo para caçar roupas e parecer igual a todo mundo! !Até parece que o conteudo de uma executiva esta escrito em seu uniformezinho: na calça preta com blaizer, na bolsa fake Louis Vuitton…(aliás como já disse aqui, destesto marcas…isso é um assunto para outra data)
O que será este triste fenomeno?Medo de não ser aceita, de não ser incluida ,de não fazer parte? Eu temeria justamente o contrário!.O Brasil tem o passado histórico da cópia , de achar que o ¨do outro ¨é melhor¨e nessa conversa já se foram séculos!
Acredito que a felicidade é fazer as pequenas coisas que desejamos …as vezes um café na hora certa, um cachecol colorido, um adereço bizarro e uma roupa confortavel com a nossa cara , que dizem¨não me leve tão a sério, ¨ aqui dentro tem algo há mais¨.. É no cotitiando que criamos e que somos, não adianta esperar o carnaval ! aproveite algumas horas do seu tempo livre para se reinventar! ( nao as perca nos shoppings!)