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08:09:56REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ARMSTRONG,K.Breve história do mito. São Paulo:Companhia das Letras,2003.
BAUDRILLARD,Jean.A sociedade de consumo,Lisboa: Edições 70,2005.
BAUMAN,Zygmunt. O mal estar da pós modernidade,Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
GROSENICK,Uta(Hrsg.)Women artists: künstlerinnen im 20.und 21.Jahrhundert,Köln: Taschen, 2003.
HUXLEY,Aldous. Admirável mundo novo. 15 ed.,Rio de Janeiro:Globo,1987
KAMPER,Dietmar. O trabalho como vida, São Paulo:Anablumme, s/d.
KLEIN,Naomi.Sem Logo: a tirania das marcas em um planeta vendido,Rio de Janeiro: Record,2002.
MINDLIN,Betty;JUNQUEIRA,Carmen. Indias e antropólogas.Estud.av. Vol17no.49,São Paulo Sept/Dec.2003
ODENT,Michel. O camponês e a parteira: uma alternativa à industrialização da agricultura e do parto:São Paulo,Ground, 2003
PEARSON,Carol. S.O herói interior: seis arquétipos que orientam nossa vida,São Paulo: Cultrix, 1989.
PESCUMA ,Derna:CASTILHO,Antonio. Referências Bibliográficas. São Paulo:Olho dagua ,2003
RESTREPO,Luis C.O direito à ternura.Petrópolis:Vozes,1998
VOGLER,Christopher.A jornada do escritor:estruturas míticas para escritores.Rio de Janeiro:Nova Fronteira, 2006.
ZIZEK,Slavoj(org).Um mapa da Ideologia.Rio de Janeiro: Contraponto,1998.

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20:57:15AVALIAÇÃO 3 - TRABALHO FINAL - A busca da ternura
Felicidade (Lupicínio Rodrigues)
¨Felicidade foi embora
E a saudade do meu peito inda mora
E é por isso que eu gosto lá de fora
Porque eu sei que a falsidade não vigora
A minha casa fica lá detrás do mundo
Onde eu vou em um segundo
Quando começo a cantar
O pensamento parece uma coisa à toa
Mas como é que a gente voa
Quando começa a pensar ..¨

¨Somos violentos quando desconhecemos a diversidade que reina na natureza, suprimindo a variedade de espécies que convivem nos ecossistemas. En fim somos violentos quando a arrogância geometrizante e homogeneizadora desconhece que o maior patrimônio com que conta a vida e a cultura é precisamente seu impressionante e farto leque de diferenças¨(Restrepo)
Aprender exige flexibilidade , não uma atitude ingênua sem críticas que aceita tudo, mas uma verdadeira disposição em acolher outros pontos de vista e experiências. Aprender exige empenho e contato. Ninguém aprende apenas pela ¨ cabeça¨. É pelo corpo e nas interações deste com o meio que aprendemos. A cognição e todas as informações que precisamos para viver chegam-nos primeiramente pelos sentidos.Afinal o que é sentir?Seria apenas emocionar-se, mostrar-se comovido com o ¨outro ¨na visão de um ¨outro¨? Sentir é estar presente, é fruir o momento e tudo o que oferece. São olhares, escuta, olfato ,tato ,coração...impressões. Mas como é possível construir algum conhecimento do mundo se não conhecemos nossa singularidade? O reconhecimento do singular é o principio da tolerância que impede a perpetuação da violencia.Quando aceito minhas diferenças posso compreender e incluir .A violência sutil está em toda parte tentando homogeneizar os indivíduos , suas sensibilidades e quereres.Muitas vezes na tentativa de realizar o bem cometemos o mal...O ¨conhece te a ti mesmo não seria a tarefa mais importante da vida?¨

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20:55:11AVALIAÇÃO2 - TRABALHO FINAL - Consumismo

Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços sem discernimento .A diferença tênue entre o consumo e o consumismo é que no primeiro as pessoas adquirem o necessário e no segundo há a aquisição de produtos supérfluos. Baudrillard comenta¨A sociedade de consumo precisa dos seus objetos para existir e sente sobretudo necessidade de os destruir. O uso dos objectos conduz apenas ao seu desgaste lento. O valor criado reveste se de maior intensidade no desperdício violento. Por tal motivo a destruição permanece como alternativa fundamental da produção: o consumo não passa de termo intermediário entre as duas. No consumo existe a tendencia profunda para se ultrapassar para se transfigurar na destruição¨.
Na sociedade pós industrial consumir tornou-se uma atividade humana sem aparente finalidade. Os homens estão empenhados em procurar novas formas de manter o ¨bem estar¨ através da aquisição de bens e imagens.O indivíduo define-se pelo que consome. Em outras épocas os objetos sobreviviam ao homem , hoje o homem sobrevive aos objetos: os cria e destrói numa incrível velocidade.Na era do consumismo e do mercado sobram muitas frustrações, sonhos efêmeros e não há lugar para aspirações coletivas que visem ao bem comum .Há uma confusão de valores que associam cidadãos a consumidores.O pertencimento não ocorre através do consumismo.Para muitos o ato de consumir torna-se compulsivo e doentio,uma vã tentativa de mascarar o vazio. O trabalho cuja finalidade seria o aperfeiçoamento das capacidades humanas é visto como mercadoria e desenvolvido sob a ilusão da produtividade. O que restará desta ¨nova cultura¨ urbana, cosmopolita , calcada na rapidez e na sedução ?

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20:53:53AVALIAÇÃO 1 - TRABALHO FINAL - Marcas :¨ Apenas de passagem¨

¨De passagem¨
Os logos vendem qualidade, glamour, leveza e fidelizam seus clientes mas atrás da imagem das marcas reina o mundo do descompromisso.Ao invés da fantasia existe a tristeza da exploração da mão de obra. O pano de fundo da expansão da marca inclui a não-responsabilidade social. As megacorporações investem seus lucros em publicidade e ¨ignoram¨ as condições de trabalho de milhões de ¨terceirizados¨ que fabricam seus produtos .Essas pessoas, em sua maioria mulheres jovens provenientes da zona rural de países pobres, amontoam-se em galpões em áreas estrategicamente escolhidas e vigiadas.Nestes locais de produção e morte o logo não existe...É curioso notar que as marcas estão presentes em quase todas as atividades humanas mas as fábricas¨ terra de ninguém¨ onde ocorre o ¨trabalho sujo¨ saltitam de um lado para outro em busca de salários mais baixos.As marcas transformam-se e modernizam-se , mas a forma de exploração humana continua a mesma.Até quando ?
Para Naomi Klein ¨Ao tentar isolar nossa cultura compartilhada em casulos de marca higienizados e controlados, essas corporações tem criado o surto de oposição. Por sedentamente absorver as críticas sociais e os movimentos políticos como fontes de significado de marca, elas radicalizaram ainda mais esta oposição. Por abandonar seu papel tradicional como empregadoras diretas e seguras para buscar seus sonhos de branding, elas perderam a lealdade que antes as protegia do rancor do cidadão. E por pulverizar a mensagem de auto-suficiência em uma geração de trabalhadores, elas inadvertidamente deram a seus críticos o poder de expressar esse rancor sem medo. Mas o fato de que as marcas nos conduzem nesse labirinto não significa que devemos olhar para elas e busca de sua liderança. E embora não seja fácil e ele não surja rapidamente, encontraremos nosso caminho como cidadãos, por nossos próprios meios...¨
A vida sem logo é possível !

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20:52:34