as muitas e as mídias

Blog da Luc Maffra. Esta blog foi iniciado na disciplina Mídia e Poder do curso de pós graduação em Comunicação Social da Faculdade Casper Líbero, sob orientação do Prof. Dr.Dimas Kunsch.

15/6/09

se a midia fosse outra…teriamos

Nao consgio assitir muita televisão. as manchetes dos telejornais e sobretudo a ficção exibida nas tvs abertas adoram dizer que somos ignorantes e alienados. Os meio de comunicação de massa perdem minutos , horas com temas irrelevantes,. Há pouco interesse em ter meios de comunicação com propostas educativas de qualidade e narrativas ficcionais de conteudo. Os cliches estão em toda parte. 

O filme ¨mataram  irma Dorothy¨  de Daniel Junge ,sobre o assasinato da religiosa  defensora dos povos da Amazonia  talvez nunca seja exibido numa tv aberta. O documantário dói demais pois fala de pessoas que lutam para existir com dignidade na floresta que é o seu lar. O filme fala na luta desta mulher e de sua comunidade constantemente ameaçadas por grupos inescrupulosos de grileiros que destroem a mata por um punhado de trocados..São gente que não se preocupa com os que virão depois!  

Gostaria de ver mais filmes com esta preocupação  e sensibilidade

http://www.youtube.com/watch?v=RFVXtvNZpA4

criado por lucmaffra    10:28:24 — Arquivado em: ELAS TEM O QUE DIZER

10/6/09

a importancia das casas de parto-contra o fechamento da casa de parto do Realengo RJ

Aproveito este espaço para protestar contra o fechamento da casa de parto  do Realengo no Rio de Janeiro. Mesmo sendo solteira sem filhos reconheço o direito legitimo das cidadãs de obterem a melhor assistencia no parto e puerpério. Os estudos brasieliros mostram que os hospitais e maternidades convencionais nem sempre são a melhor alternativa que as mulheres dispoem para ter um parto seguro e livre de intervenções desnecessárias. A Organização Mundial de Saude e especialistas de renome mundial reconhecem que as casas de parto são espaços de acolhimento e que contam com profissionais preparados para acolher  a parturiente, o recem nascido e a familia.

O fechamento da casa de parto é ao meu ver um ato cruel contra as mulheres que optam por este tipo de atendimento mais humanizado do nascer.Todos sabemos que há grande interesse economico em se fechar locais de acesso público , irrestrito e gratuito como este  que oferece um bom atendimento em saúde a população que tem este direito!

acesse a reportagem

http://www.partodoprincipio.com.br/conteudo.php?src=casadeparto&ext=php

criado por lucmaffra    07:39:25 — Arquivado em: Sem categoria

4/6/09

acontece na Unicamp - discussões são importantes

A universidade é sempre um campo e palco de discussoes que muitas vezes são impossíveis nos meios de comunicação de massa. O estimulo a pesquisa e troca de experiencias é fundamental para que a sociedade repense  as questões de genero…pagu_cartaz-transitos-trans1

criado por lucmaffra    14:43:08 — Arquivado em: ELAS TEM O QUE DIZER

3/6/09

mulheres do cinema

o cinema assim como outras artes apresenta visões de mundo , diferentes recortes da realidade

o que as mulheres tem  a dizer neste veículo ? há um ¨cinema de mulher¨? sim…

acompanhe o curta de Agnes Varda …  Afinal¨é preciso reinventar a mulher, e preciso reinventar o amor¨

http://www.youtube.com/watch?v=31FEP1QQFhI&feature=related

criado por lucmaffra    08:17:20 — Arquivado em: ELAS TEM O QUE DIZER, Sem categoria

30/5/09

cara,chapinha e roupa básica : todas iguais …. quem aguenta?

Sei que insisto demais no assunto, mas a mídia também insiste e nas ruas está a prova…as mulheres estão iguais demais.Sou inimiga da chapinha, das mechas, das sobrancelhas feitas  e da roupinha básica….Uso meu jeans com meu cachecol feito a mão e tenho roupas de mais de duas decadas que uso sem frescura: são bonitas e tem história , guardam boas lembranças Entendo até que o¨ mercado¨ exige, que as empresas querem mulheres-profissionais- convencionais ,mas a paisagem cansa. o panorama é feio e cinza, não se ve cor, brilho e invenção.

Democracia também é liberdade de expressão e não a atmosfera de guerra que se ve por aqui, todas as mulheres-soldado vestindo-se e agindo igual…Haja dinheiro e tempo para caçar roupas e parecer igual a todo mundo! !Até parece que o conteudo de uma executiva esta escrito em seu uniformezinho: na calça preta com blaizer, na bolsa fake Louis Vuitton…(aliás como já disse aqui, destesto marcas…isso é um assunto para outra data)

 O que será este triste fenomeno?Medo de não ser aceita, de não ser incluida ,de não fazer parte? Eu temeria justamente o contrário!.O Brasil tem o passado histórico da cópia , de achar que o ¨do outro ¨é melhor¨e nessa conversa já se foram séculos! 

Acredito que a felicidade é fazer as pequenas coisas que desejamos …as vezes um café na hora certa, um cachecol colorido, um adereço bizarro e uma roupa confortavel com a nossa cara , que  dizem¨não me leve tão a sério, ¨ aqui dentro tem algo há mais¨.. É no cotitiando que criamos  e que somos, não adianta esperar o carnaval ! aproveite algumas horas do seu tempo livre para se reinventar! ( nao as perca nos shoppings!)

criado por lucmaffra    09:23:18 — Arquivado em: ELAS TEM O QUE DIZER, Sem categoria

25/5/09

triste realidade…futuro sombrio: gravidez na adolescencia

Todos os anos no Brasil  em média  dois   milhoes de adolescentes engravidam  Isto traz consequencas nao apenas para a saude da mae e do bebe, mas tem custos  a longo prazo.Jovens que engravidam muito cedo param de estudar e  de trabalhar para cuidar do fiho, em muitos casos veem-se sozinhas nesta dificil tarefa quando ainda nem sequer aprenderam a cuidar de si mesmas.  Apesar de governos , especialistas em saude e educadores disponibiizarem metodos contraceptivos e educação sexual para jovens , os casos de gravidez na adolescencia continuam aumentando. Porque?  por que motivo eles acontecem  em sua maioria nas camadas mais pobres da população ?  Eu acredito que a ¨grande mãe¨ do problema  é a falta de perspectivas… O Brasil oferece poucas oportunidades as  nossas jovens pobres.Ter um filho acaba sendo a maneira de ser alguem na vida !É   preciso mudar esta realidade.Meninas  precisam contar com a escola e  com a comunidade,pois  mesmo que suas mães tenham tido filhos cedo, existem outros modelos a seguir.  A midia também poderia ser uma aliada das garotas  oferecendo suporte informativo em programas de planejamento familiar e até na criação de novos comportamentos femininos  nas narrativas. Fica aqui minha sugestão! ( imagem de Marcela tiboni)

criado por lucmaffra    10:10:20 — Arquivado em: ELAS TEM O QUE DIZER, Sem categoria

23/5/09

acredito no feminino plural

manifestação no forum social Belem 20009

manifestação no forum social Belem 20009

É  espantoso e cansativo ver nas telas e até nas ruas mulheres muito parecidas.

 

 

Até que ponto os meios de comunicação de massa não influenciam pessoas que num esforço para ser aceitas ,para ser ¨iguais¨ se anulam ?

Ainda sonho em ver nas telas e nas ruas mulheres que gostam de si mesmas, que vestem o que querem , que valorizam os corpos que tem e sobretudo o conteudo que construiram. Mas para isto acontecer é preciso mudar.Qual é a saida ? Introduzir  aos poucos na mídia  narrativas de mulheres não convencionais, assertivas , mulheres que¨acontecem ¨do seu jeito. Mulheres que não dependem de marcas superpoderosas , de roupas estonteantes e dos simbolos convencionais de¨ sucesso¨.Luto para isso e voce?

criado por lucmaffra    10:57:44 — Arquivado em: ELAS TEM O QUE DIZER, Sem categoria

12/5/09

o aborto dos homens - visões de uma educadora

Novamente tomei a liberdade de reproduzir aqui o texto da educadora Carla Batista / SOS CORPO

¨O aborto dos homens

Carla Batista - Educadora do SOS Corpo Instituto Feminista para Democracia.

Publicado: www.ccr.org. br

Estima-se que no Brasil se realizem cerca de 1.054.243 interrupções de uma gravidez não planejada e não desejada, ao ano. Sabemos ou concordamos que uma gestação necessita de um homem e de uma mulher para que ela tenha início. Logo, para cada uma destas mulheres que realizou um aborto, um homem também o realizou, por participação ou por ausência dele.

Estima-se ainda que cerca de 30% dos nascidos/as vivos a cada ano são filhos/as de mães solteiras. O DATASUS indica que foram 2.944.928 nascidos/as vivos/as em 2006. Então, em 2006 - ano para o qual existem as informações mais recentes - o número de abortos masculinos para estes casos foi de 883.478. Isto significa que por ano uma faixa de 1.937.721 homens realizam um aborto.

Costumamos dizer que historicamente os homens sempre realizaram os seus abortos pela boca. Eles normalmente dizem: “te vira!”, “eu não quero este filho, problema seu!”, “eu não tenho nada a ver com isso!”. Ou simplesmente vão embora, quando já não foram antes mesmo de saber os resultados de uma relação sexual sem contracepção. E ainda existem os casos de violência sexual.

É fácil assim, já que a gestação avança no corpo da mulher e tem sido dela a maior responsabilidade de acompanhar os primeiros anos de uma criança no mundo, buscando cuidar do que é necessário para que esta possa se desenvolver. O que remete a elas também a responsabilidade pela anticoncepção. Não deixando de reconhecer que existem também os casos em que a interrupção de uma gravidez é decidida de comum acordo por um casal.

Não estou aqui querendo igualar a forma como homens e mulheres experienciam o aborto. Não podemos esquecer que é na vida e também no corpo das mulheres que o drama e o estigma se instalam quando esta é a única e última possibilidade diante do inesperado/indeseja do.

O caso do atual presidente do Paraguai retrata bem este fato, corriqueiro, citado acima. Quando bispo, Lugo pouco se importou em cuidar da contracepção nas suas relações afetivas/sexuais. O fato de ser homem, e de ser religioso, por si só possibilitaram um bom escudo atrás do qual se esconder e se isentar pela reprodução. Algumas pessoas dizem que a quantidade de filhos/as a aparecer, tres até agora, deverá aumentar!

A igreja, da qual Lugo fazia parte, parece que sempre soube. No entanto, se calou publicamente diante do não cumprimento do celibato. Não que esteja defendendo aqui a abstenção para as pessoas que seguem a vida religiosa, muito pelo contrário. No entanto, isso nos leva a pensar que a igreja também realiza os seus abortos, ainda que seja por cumplicidade, ou por omissão, quando lhe convém.

Felizmente, hoje em dia, existe a possibilidade da paternidade ser identificada a partir do exame de DNA. A tão propalada incontinência sexual dos homens, diante de uma gravidez, não pode mais simplesmente fechar a braguilha e abrir a boca em sua autodefesa. O caso do bispo nos serve aqui apenas como um exemplo atual e amplamente divulgado para ressaltar, mais uma vez, o fato de que os direitos sexuais e reprodutivos ainda estão longe de serem um exercício concreto para a vida das mulheres, numa sociedade estruturada pelo patriarcado.

Se nos dermos ao trabalho de fazer as contas, encontramos que ao ano, no Brasil, por volta de 3 milhões de pessoas - entre homens e mulheres - realizam um aborto. Isso significa que em 10 anos, são 30 milhões de brasileiros que recorrem a ele para afastar uma gravidez não planejada e não desejada. Seja ele (o aborto) fato concreto, seja aquele feito “pela boca”. Mesmo que grande número de pessoas sejam contrárias à legalização do aborto, elas o praticam, e esta é uma realidade à qual não podemos nos furtar. Ninguém é a favor do aborto. Mesmo não sendo a favor, um número muito grande de pessoas o fazem, inclusive colocando vidas em risco.

Se queremos lidar de verdade com este problema, teremos, como sociedade, que fazer muito mais do que continuar empurrando-o para a clandestinidade, ou nos calando diante daqueles que preferem mantê-lo na invisibilidade. É urgente ampliar o debate sobre quais devem ser as políticas públicas que podem dar uma resposta realmente ¨

criado por lucmaffra    06:23:23 — Arquivado em: Sem categoria

10/5/09

ainda sobre parto…opiniões de uma antropologa…vale a pena ler

tomei a liberdade de reproduzir neste espaço o texto da antropologa Soraya Fleischer   , do CFMEA

¨São conhecidas as alarmantes estatísticas que apontam o Brasil como um dos “campeões mundiais de parto cesariano”: 43% do total de partos em 2007 (DATASUS), quando a OMS sugere, no máximo, 15%. Neste contexto, é muito oportuna a campanha que o Ministério da Saúde recentemente lançou para incentivar o parto normal. A campanha prevê que mulheres que optem pelo parto normal sejam beneficiadas com quarto individual com banheiro, acompanhante de sua escolha durante o procedimento obstétrico e no período de internação pós-parto, alojamento conjunto com seu recém-nascido. De fato, são medidas que tendem a beneficiar as mulheres não só em termos de saúde, mas de bem estar familiar e psicológico.

Mas já existem iniciativas como a “Lei do acompanhante” ou o “Programa Canguru. Infelizmente, o Ministério não lançou nada de novo; no mínimo, fez um alarde estratégico sobre um setor que está desprotegido. Essa campanha oferece “benefícios” (que deveriam ser “direitos”) exclusivamente para as mulheres. Mas esses benefícios são suficientes para convencer uma mulher de que o parto normal é uma boa opção para ela e seu filho? Os incentivos devem se dirigir somente às mulheres? A partir daqui, gostaria de tecer breves comentários sobre a atual cultura obstétrica brasileira.

Tenho acompanhado de perto as minhas amigas, na casa dos 30 anos, que hoje estão tendo seus filhos. De início, a maior parte queria parir normalmente. Porém, quando a gestação chegou ao final, “o bebê foi diagnosticado na posição errada”, “o bebê estava envolto com circular de cordão”, “não havia abertura e dilatação”, “o dia marcado havia passado há muito”, “o bebê era muito grande”, “já havia uma cesárea anterior e seria bom aproveitar o corte já feito”, “o parto vaginal não é indicado para trintonas” etc. Por trás de tantas explicações, o que se observa, na verdade, é uma incrível e crescente inflação dos riscos obstétricos.  

Estes riscos ficam ainda maiores quando a disponibilidade – seja da mulher, seja dos profissionais de saúde, marido ou família – decresce. Pode se notar pouca disponibilidade em termos de agenda dos médicos e enfermeiros (que, muitas vezes, preferem agendar os partos atendidos e não comprometer suas férias e finais de semanas) ou da própria família (muitos homens preferem ter seus filhos na segunda-feira para poder gozar da licença durante dias úteis); em termos de circunstâncias urbanas (em cidades violentas tem-se evitado partos noturnos); em termos de espaço e recursos (a escassez de leitos hospitalares precisa ser compensada com a alta rotatividade das pacientes); em termos corporais (muitas mulheres não querem “estragar ou enfeiar seu parque de diversões”, nem sentir muita dor ou mesmo duvidam que tenham resistência física suficiente para empurrar e agüentar um procedimento muito longo).

Risco gera indisponibilidade e vice-versa. A cultura do risco que temos criado no Brasil – em que se tem medo de tudo – é o que irá desafiar frontalmente a campanha do Ministério. Comparado com a realidade de nossas avós parideiras, um parto normal hoje em dia envolve muitíssimos “riscos” e poucas são as pessoas que conseguem desconstruir ou contorná-los. Mulheres que optam por ter parto normal, no hospital ou em casa, são vistas com estranhamento, quase desconfiança sobre sua estabilidade mental. São criticadas por “colocar a vida do bebê em risco”, como se estivessem sendo irresponsáveis.

Com essa cultura do risco que construímos, o parto normal não cabe no Brasil de hoje. Por isso, para essa bela campanha ministerial ter algum sucesso, não é preciso apenas mudar a arquitetura dos hospitais ou a destinação orçamentária. As mulheres precisam acreditar na capacidade de seus corpos. Os médicos precisam ser mais bem qualificados (muitos saem da faculdade sem ter atendido um parto sequer!). Práticas já conhecidas precisam voltar à tona. É bom lembrar que todas as práticas sugeridas pelo Ministério já são largamente utilizadas pelas parteiras: Tempo generoso para dilatação, privacidade, acompanhante quando desejado, massagem e inversão intra-uterina do bebê, desenlaçamento do cordão umbilical durante o parto, evitação de episiotomia e enema, alojamento imediato com o recém-nascido são adotados por parteiras mais experientes país afora. Precisamos, portanto, mudar esta cultura obstétrica do medo que se espalhou entre nós. Rever o que temos incluído sob o guarda-chuva “risco” é um bom começo para desestimular as cesarianas desnecessárias e revalorizar o parto normal ¨.

criado por lucmaffra    17:27:48 — Arquivado em: ELAS TEM O QUE DIZER, Sem categoria

Acontece: Semana Mundia pelo Respeito ao Nascimento

Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento 2009:
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS

De 11 a 17 de maio diversos países estarão comemorando a Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento (SMRN). Para marcar a data no Brasil, a Rede Parto do Princípio (www.partodoprincip io.com.br) realiza uma exposição nacional com fotos em preto e branco de mulheres brasileiras no momento do nascimento de seus filhos. A exposição acontece simultaneamente em várias cidades do país e tem como objetivo incentivar o vínculo afetivo entre mãe e filho, a amamentação na primeira hora de vida e o parto humanizado. Em alguns municípios a exposição começa mais cedo, em comemoração ao Dia das Mães ou estende-se por mais tempo. (Confira abaixo a relação de locais e datas).
A Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento (www.smar.info) , iniciativa da Associação Francófona pelo Parto Respeitoso (”Alliance Francophone pour l’Accouchement Respecté” - www.afar.info) é celebrada anualmente, desde 2004, durante o mês de maio em diversos países.
Este ano, a campanha aborda O aumento da taxa de cesarianas no mundo com o slogan Diga não à cesárea desnecessária!

A Parto do Princípio é uma rede de mulheres, consumidoras e usuárias do sistema de saúde brasileiro, que oferece informações sobre gestação, parto e nascimento baseadas em evidências científicas e recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Conta hoje com mais de 300 pessoas trabalhando voluntariamente, em 16 estados e no Distrito Federal, na divulgação dos benefícios do parto ativo.

Para a Parto do Princípio, a Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento é uma ocasião para reafirmar publicamente que a reprodução humana é um fato social em primeiro lugar; que a mudança é possível e que nunca é tarde para que os profissionais e os estabelecimentos médicos revejam suas práticas.

Para a realização da Exposição, a Rede contou com o apoio do Guia do Bebê (www.guiadobebe. com.br).

Os riscos da cesariana

 

No Brasil, 79,7% dos partos no setor privado são cesarianas, em sua maioria eletivas - realizadas antes do trabalho de parto - o que claramente revela o desconhecimento da população acerca dos riscos intrínsecos à realização desta cirurgia.
Mesmo no setor público, as taxas 27,5% de cesariana atingem praticamente o dobro do recomendado pela Organização Mundial de Saúde, que é de 15%. Entretanto, este excesso de cirurgias cesarianas não reflete em melhores resultados maternos e neonatais, visto que o Brasil, desde a inclusão da “cultura da cesárea” não apresenta redução nos seus altos índices de mortalidade materna (75 mulheres a cada 100 mil nascido vivos), segundo a conceituação da OMS (que aceita um índice de 20 mortes maternas a cada 100 mil nascidos vivos).

Enquanto a sociedade não se mobilizar divulgando ações e disseminando informações acerca deste tema, nossas mulheres e crianças serão submetidas a riscos aumentados - na maioria das vezes, desnecessários - em um momento que deveria ser de tranquilidade, intimidade e segurança.

ALGUNS RISCOS DA CESARIANA

Para a Mãe

a.. Maior risco de Morte Materna em decorrência da cirurgia (2,8% maior na cesariana eletiva quando comparada ao parto vaginal)
b.. Maior risco de Histerectomia - retirada dos órgãos reprodutivos
c.. Maior probabilidade de Internação Prolongada
d.. Maior chance de desenvolver Infecção
e.. Risco aumentado de Depressão Pós-Parto
f.. Dor generalizada ou no local da cirurgia
g.. Risco de criação de Coágulos Sanguíneos e Trombose
h.. Corte Cirúrgico Acidental em outros órgãos
i.. Obstrução Intestinal
Para o Bebê

a.. Contato Tardio com a mãe
b.. Corte Cirúrgico acidental
c.. Maior probabilidade de Fracasso no Aleitamento Materno
d.. Maior dificuldade para estabelecer o Vínculo Afetivo
e.. Desconforto Respiratório por iatrogenia - interferência médica no processo natural
f.. Maior possibilidade de desenvolver Asma
Para Gestações Futuras

a.. Aumento das taxas de Infertilidade
b.. Maior possibilidade de Gravidez Ectópica
c.. Maior possibilidade de Placenta Prévia
d.. Riscos aumentados de Ruptura Uterina
e.. Dor abdominal decorrente de Aderências - outros órgãos aderem à cicatriz cirúrgica
f.. Descolamento Prematuro de placenta

Veja abaixo os locais das exposições já confirmadas:

Bauru - SP
Contato: Celma - celmapsid@ig. com.br

SENAC - a partir de 13 de maio
Belém - PA

Contato: Thayssa (91) 8884.0209 - thayssa.rocha@ partodoprincipio .com.br


Laboratório Beneficente Portuguesa - de 11 a 16 de maio (exposição de fotos)
Restaurante D. Giuseppe - de 08 a 16 de maio (exposição virtual de fotos)
Belo Horizonte - MG

Contato: Pollyana (31) 9312-7399- polly@partodoprinci pio.com.br

PUC Barreiro - a partir de 12 de maio (exposição de fotos) durante a Semana de Enfermagem
Brasília - DF

Contato: Clarissa (61) 3201-0069 e 8139-0099 - clarissa@partodopri ncipio.com. br

Associação Vivendo e Aprendendo - de 11 a 15 de maio
Centro Cultural de Brasília - 16 e 17 de maio
Curitiba- PR

Contato: Patrícia (41) 3336-1939 e 9113-6364 - patricia@partodopri ncipio.com. br

Estúdio MM Áudio - a partir de 09 de maio
Garanhuns - PE

Contato: Juliana (87) 9104-5381 - juliana_coelho_ ferra@hotmail. com ou Ilza (87) 9122-1775 - ilza_rafa@hotmail. com

Livraria Casa Café - de 11 a 19 de maio
Juiz de Fora - MG

Contato: Soraya (32) 3226-2461 e 8838-3072 - smperobelli@ gmail.com

Centro de Diagnósticos CEDIMAGEM - de 11 a 17 de maio (exposição de fotos)
Maringá - PR

Contato: Patrícia (44)3025-3219 e 9927-7298 - patimerlin@partodop rincipio. com.br

Cliniprev - de 11 a 17 de maio (exposição de fotos)
Porto Alegre - RS

Contatos: Alessandra (51) 9685-2114 - alessandrakrause@ partodoprincipio .com.br

e Maria José (51) 91236136
Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo - www.cccev.com. br - 11 a 16 de maio (Exposição de fotos)
Parque de Redenção - dia 23 de maio - Tenda com exposição de fotos e caminhada com grávidas e mães/pais com filhos.

Rio de Janeiro - RJ

Contato: Denise (21) 2222-6658 e 9797-1602 - denise@partodoprinc ipio.com. br

Livraria Largo das Letras - de 12 a 17 de maio
São Bernardo do Campo - SP

Contato: Denise (11) 9383-4429 - denise.niy@uol. com.br

Bruxa Banguela Rock Bar - Lançamento do livro Lembranças fecundas: meu diário afetivo da gravidez”, de Denise Yoshie Niy
São Paulo - SP

Contato: Roberta (11) 8208-2119 - roberta@partodoprin cipio.com. br

Continental Shopping - de 08 a 27 de maio (exposição de fotos)
Faculdade de Saúde Pública - a partir de 11 de maio (exposição de fotos
 

 

 

criado por lucmaffra    16:13:29 — Arquivado em: ELAS TEM O QUE DIZER, Sem categoria
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